terça-feira, 8 de julho de 2014

Cleber Cachoeiras

  O cantor, músico, compositor e desenhista Cleber Cachoeiras de Itapetininga, interior de São Paulo, traz um trabalho autoral muito interessante de hard-rock com letras em português.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Mamorra

Ex-integrante da histórica banda de hard-rock Lixo de Luxo em seu primeiro cd solo "Por Um Mundo Melhor".
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Azul Limão

Azul Limão
Banda formada em 1981, no Rio de Janeiro por Vinícius Mathias (baixo), Marcos Dantas e Beto Martins (guitarras) e Sales (bateria). Esta foi a primeira formação do Azul. No meado de 1982 a banda resolve dar um tempo por não conseguir vocalista fixo e constante troca de baterista.
Marcos Dantas decide reagrupar o Azul Limão junto com o vocalista Rodrigo Esteves e conseguem estabilizar sua formação chamando Ricardo Martins (bateria) e novamente, Vinícius Mathias (baixo).
No começo de 1983, a banda lança sua primeira demo, conseqüência disso, shows com mais freqüência. A segunda demo sai também em 1983, onde se destaca a música “Não vou mais falar”, que entra na programação da extinta Rádio Fluminense FM.
O exótico e estranho nome da banda facilitou na divulgação, pois não havia explicação para tal.
No final de 1984, pelo selo B.B. Records, estiveram prestes a lançar um compacto com as músicas “Satã clama metal” e “Sangue frio”, mas o disco não saiu.
Em agosto de 1986 lançam o primeiro álbum chamado Vingança, pelo selo Heavy. Ainda que cantado em português, o disco chegou a ser mencionado em algumas revistas estrangeiras como: Kerrang e Metal Hammer.
Em 1987, pelo selo Point Rock, gravam seu segundo disco chamado “Ordem e Progresso”. Em setembro do mesmo ano, Ricardo Martins deixa o grupo para dedicar-se a projetos particulares, sendo substituído pelo grande baterista paulista Alexandre Reis, atualmente professor de bateria em seu próprio instituto em Franca - SP.
Nos anos 90, a banda acaba em função profissional de Rodrigo Esteves, grande cantor lírico que vai dar seguimento ao seu trabalho na Europa.
Atualmente, a banda se reúne eventualmente para fazer shows quando Rodrigo Esteves vem ao Brasil.
Em agosto de 2007, Rio de Janeiro e São Paulo presenciaram esse magnífico evento, uma espécie de túnel do tempo. Os shows comemoraram o relançamento em cd do álbum “Vingança” pelo selo alemão Dies Irae. Com uma enorme receptividade, fãs de todas as idades puderam curtir esse marco histórico do metal nacional e o Azul Limão mais uma vez mostrou que Rock’n’Roll não tem idade, está no sangue, na alma, algo que vem de dentro pra fora.



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terça-feira, 6 de maio de 2014

Gregos e Troianos

Esse cd é de 2003 é a primeira banda do Cadu Pelegrini (Kiara Rocks)

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terça-feira, 22 de abril de 2014

7 Anos de 7 Vidas! É isso que os rock'n'roll faz!

 
                 
                     
                     
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

7 Vidas - Quanto mais pop melhor

7 Vidas
cd demo de 2013
Rod Tigre: vocal
Tati Massari: bateria
Animauu: guitarra, violão e baixo
Lukesi: baixo e guitarra
gravado no estúdio da Tati Massari, exceto faixa 18 gravada na "casa monstro" com Ned Kelly na guitarra, 20 gravada no parque do Ibirapuera e 21 no bar Estação Mandaqui



                             
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quarta-feira, 9 de abril de 2014

7 Vidas - Dias de Loucuras

7 Vidas
Dias de Loucuras
CD Demo gravado em 2013 no estúdio do Carlos Fabrino
exceto faixas 10 gravada no estúdio Spectrum com Leonardo Dutra na bateria e 11 gravada no parque do Ibirapuera

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7 Vidas ao vivo

Vídeos do Valtão (Valter de Simone)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Rita Lee & Tutti Frutti Ao Vivo

  Esses disco são "piratas" ao vivo que se tornaram clássicos na internet com direito a capinha e tudo, Rita Lee & Tutti Frutti, o primeiro foi gravado ao vivo em 1974 em Belo Horizonte e o segundo em 1976 em São Paulo. Ótima oportunidade pra ouvir essa que é uma das maiores bandas do Brasil com a Rita no auge!
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sábado, 8 de março de 2014

Simbas

  Simbas forma com Cornelius Lucifer e Percy Weiss a "santa trindade" de vocalistas do hard-rock brasileiro dos anos 1970. A coletânea abaixo, exclusiva da Discos Diversão, traz faixas das principais bandas que o Simbas participou, o Casa das Máquinas, a banda Hydra, o Tutti Frutti e Intelligence mais uma faixa inédita mostrada ao público pela primeira vez.

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Flawio Lara e Wagner Anarca



Através do amigo Paulo Atitude tive a oportunidade de fazer essa entrevista na forma de bate-papo em janeiro de 2014 com esses dois grandes ídolos do Rock Popular Brasileiro, os guitarristas Flawio Lara e Wagner Anarca, que já participaram de diversas bandas a partir do final dos anos 1970. São bandas desconhecidas mas do tipo que mudam sua concepção sobre o rock praticado no país quando se entra em contato com elas. Aqui você vai saber um pouco mais sobre a carreira dos dois e também sobre a cena que faziam parte, uma das mais ricas e obscuras da música brasileira. Abaixo você também vai poder baixar duas coletâneas com o trabalho de ambos.
Rod Tigre: Vou com uma pergunta mais geral, como o Rock entrou na vida de vocês?
Flawio Lara: O Rock chegou e mudou a minha vida quando eu ouvi "Highway Star" do Deep Purple.
Wagner Anarca:  Por volta de uns 10 anos de idade eu fazia anéis de papel para os 8 dedos assim como o "Rei" e com o cabo de vassoura cantarolava todas as musicas do Programa da Jovem Guarda... 

Rod Tigre: Qual a primeira banda que participou e em qual função?
Flawio Lara: Minha primeira banda foi o Loucura ao Cubo (L³), eu era o guitarra solo.
Wagner Anarca: Eu e o Lucio do Santa Gang criamos a nossa primeira banda chamada OPção, mas a primeira banda que tocamos em palco para publico foi "Shock" ( Eu, Lucio, Kako, Caca).

Rod Tigre: Quando e como foi seu primeiro show no palco?
Flawio Lara: Foi em 1979 com o L³ no Teatro do Colégio Chafic, no bairro do Tucuruvi. Nós éramos bem populares entre os jovens da Zona Norte pois tocávamos pelas ruas e sempre estávamos em todos os points com nossos violões. E por incrível que pareça, esse primeiro show foi um festival de música e nos convidaram como atração principal, para entreter o público enquanto os jurados decidiam quem seria o vencedor.
Wagner Anarca: Foi na Biblioteca Monteiro Lobato em 1979 e foi um tremendo Barato... 

Rod Tigre: Porque a opção de cantar em português, e o que pensam das bandas que cantam em inglês?
Flawio Lara: O motivo é que o Português é a nossa língua, é o idioma de comunicação com o nosso povo! Porém, sempre gostei de bandas que cantam em inglês. Nunca fui contra cantar em inglês, apenas sou a favor do nosso idioma.
Wagner Anarca: Português era a única língua que estava aprendendo desde criança, mas sempre achava que a língua Inglesa soava muito mais rock, mas hoje sei que isso e tolice.
Existem muitos rocks em espanhol, inglês, jamaicano e ate e língua Marciana... já ouvi muita coisa boa mesmo... ahahha 

Rod Tigre: Vocês acham que Rock e política têm alguma ligação?
Flawio Lara: Tudo está interligado.
Wagner Anarca: Nesta vida tudo esta ligado e tem influencia... as cores, as nuvens a terra, o nosso pensamento pode mover montanhas... tudo o que você pensa ou fala e ate seus sonhos podem influenciar no seu futuro, por isso meu irmão ...olha la o que fala e pensa! hahahah 

Rod Tigre: Na época de vocês, tinha muita briga durante os shows?
Flawio Lara: Na maioria das vezes não, mas de vez em quando rolava algumas brigas.
Wagner Anarca: A única briga eram com os cabos e pedais que sempre davam problema na hora exata...ahhaha 

Rod Tigre: Escrevo textos no meu blogue com a minha versão política, sobre o Rock Brasileiro, vocês que vivenciaram a época, podem me dar as suas opiniões a respeito?
Flawio Lara: Comecei no final da ditadura militar, ainda peguei aquele ranço da censura. Gradativamente tudo foi mudando e trazendo mais facilidades para as novas gerações. Porém, infelizmente as "panelas" sempre existiram. Acho que os políticos deveriam ser neutros em relação a todas as formas de arte. As bandas e artistas que não estão vinculados aos políticos que estão no poder ficam desprestigiados. Na verdade, quem mais perde com isso é o público.
Wagner Anarca: O nome ANARCA, vem de anarquia no sentido de que o povo tem liberdade de fazer o que quiser com tanto que respeite o próximo... aplico isso em minha vida, e na musica.

Rod Tigre: Quais consideram as principais bandas da cena que faziam parte?
Flawio Lara: Nos anos 70 eu era apenas um curtidor, um garoto que gostava de rock pesado/pauleira. Eu só passei a vivenciar a cena como músico nos anos 80. A história nos conta que existiu um número gigantesco de bandas nos anos 70, além das que você mencionou no seu blog. Porém, você mencionou Mutantes, Made In Brazil, Secos e Molhados, Tutti Frutti... e mais um monte de ótimas bandas que estão entre as principais, por terem se tornado as mais famosas. Mas achei muito legal você ter mencionado O CETRO e principalmente o ROCK DA MORTALHA. Essa última representou o Heavy Metal Brasileiro desde o início da década de 70. Certamente a mais importante neste estilo.
Wagner Anarca: O primeiro show que vi e mudou realmente minha vida foi Made in Brazil com Jack, fiquei impressionado com o Fenilli dentro de um Canhão tocando Batera, o Percy com um vocal afinadíssimo e carismatico, o Oswaldo com aquele baixo Estrela e o KIm com aquela Gibson Gold TOP que ate hoje tenho sonhos e delírios... 

Rod Tigre: Eram bandas relativamente famosas, tem alguma teoria do que impediu que se tornassem realmente grandes?
Flawio Lara: Certamente, os Secos e Molhados foram uma exceção pelo enorme sucesso, mas duraram por pouco tempo. Pra mim, todas elas sempre foram grandes! Principalmente as que gravaram e registraram o seu momento. Mas acho que você se refere a nível de popularidade de maça e vendas astronômicas de discos e shows. Não tenho nenhuma teoria sobre o que impediu as grandes bandas que marcaram os anos 70. Eu apenas as admirava pois eram muito boas.
Wagner Anarca: Cada coisa tem seu lugar e hora... tudo esta certíssimo apesar de que as vezes parece errado , mas lá na frente veremos que foi o melhor para nós...Cada um de nos tem uma verdade absoluta que difere de todo mundo e todos nós estamos corretos!

Rod Tigre: Quais os principais locais que essas bandas se apresentaram?
Flawio Lara: Clubes, escolas, teatros, ginásios de esportes, bares noturnos...
Wagner Anarca: Na época eram bares, clubes, teatros e outras cidades lembro que um dos únicos locais era a Praça do Rock.

Rod Tigre: Havia muitas garotas curtindo as bandas?
Flawio Lara: O público feminino era minoria.
Wagner Anarca: Claro que sim...porque voce pensa que nos tocávamos rock? ahhahahah

Rod Tigre: Alguma banda da cena ficou “rica” com a música?
Flawio Lara: Acho que não.
Wagner Anarca: ahhahahahahahaa... tá brincando? 

Rod Tigre: E os vinis? Como eram lançados? As gravadoras os procuravam?
Flawio Lara: Na maioria eles não tinham uma produção e tecnologia focada em gravação de rock. Os estúdios e técnicos eram especialistas em sertanejo. As muitas bandas que não tinham vinculo com gravadora, lançavam seus discos de forma independente. Outras só atuaram ao vivo e não deixaram registro em vinil. Cada banda tem uma história particular, mas no geral eu creio que não. O Rock não era uma música comercial. O que realmente alimentava as gravadoras era o sertanejo.
Wagner Anarca: Posso afirmar que na época tudo era por conta das bandas pois não havia apoio nenhum... o Anarca foi a primeira banda do Brasil que lançou o primeiro LP DUPLO AO VIVO no Brasil em 1979...depois parece que foi o Barão Vermelho.

Rod Tigre: Algumas bandas voltaram. Quem é o novo público? O que acham do pequeno culto que há em volta de vocês na Internet?
Flawio Lara: Creio que a maior parte deste público é jovem, é a nova geração de rockeiros. A outra são os velhos rockeiros que realmente viveram aquele período. É gratificante poder ter contato com esse pequeno grupo seleto de pessoas. Alguns viveram aquela época, porém outros são muito jovens. É uma nova geração de curtidores, estudantes de música, pessoas interessadas em conhecer histórias que não foram divulgadas, músicas que não foram comercializadas e outros pontos de vista.
Wagner Anarca: Eu acho fantástico essa união e apoio totalmente. O que dá mais prazer e alegria. É o contacto com os velhos e os novos amigos!
Agradeço carinhosamente pelo seu interesse em meu trabalho e fico grato e feliz de dar a minha opinião... espero que todos os músicos possam se expressar sempre e um grande abraços para todos sem nenhuma exceção..valeu!!!! 

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